terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 21 de junho de 2019
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
O que pensar de tantos pensamentos?
Por Jânsen Leiros Jr.
Revisado
e ampliado em 18/04/2024
Se conselho fosse bom ninguém
dava;
vendia, diz a sabedoria popular. E o interessante é que esse adágio[1]
serve tanto para aqueles que desejam aconselhar, quanto àqueles que não querem conselho
algum. O primeiro o utiliza como introdução ao conselho que pretende dar, quase
que pedindo desculpas por se intrometer na vida alheia. Mas o segundo o faz com
menos cuidado, às vezes até rispidamente, intimidando o pretenso conselheiro. Principalmente
se esse conselho sugerir o contrário do que se pretende. Afinal, é comum aceitarmos
de bom grado os conselhos que confirmam nossas inclinações. O contrário,
contudo, é bem mais difícil.
Nossa
reflexão não pretende concentrar-se no conselheiro. Nem no conselho
propriamente dito. Nosso alvo aqui é o hábito de tomar conselhos, de se enriquecer com o máximo de informações e
percepções sobre um assunto antes de uma decisão ou posicionamento requerido. Ora,
se é verdade que na multidão dos
conselhos habita a sabedoria[2],
nada mais natural e preferível, que buscar conselhos, ideias e opiniões, antes
de qualquer juízo. Mas qual é a conexão entre tomar conselho e o exercício de pensar no que pensamos, ou de pensar
no que cremos, ambos tema de nosso último texto aqui no Pensadoria?
Uma
das características mais marcantes da filosofia é o seu método. No esforço
incansável de buscar respostas para suas questões, chegar a uma resposta definitiva
é menos importante que o próprio processo de buscá-la. Sim, pois é exatamente
no exercício da investigação, que arde a chama inextinguível do labor
filosófico. Isso ocorre em grande medida porque a filosofia não trabalha com
verdades absolutas ou acabadas, pois suas afirmações surgem de diferentes e
variadas contribuições e experiências, sempre pretendendo-se à universalidade
das pertinências e aplicabilidades.
Desse
modo, e não havendo por princípio uma verdade absoluta a que alguém possa
chegar por observação particular, a investigação de certas questões sempre
estará à mercê de sucessivos exercícios reciclagem elucubrativa, alternando os
assuntos nos laboratórios da mente, conforme as circunstâncias históricas e
sociais que demandem melhores conclusões, posicionamentos ou orientação do
pensamento e do senso comum.
Esse
perfil da atividade filosófica é milenar. Nas escolas filosóficas da
antiguidade, os alunos eram sempre estimulados por seus mestres a buscar
entendimentos outros, quer contrários ou divergentes. Em vez de ensinar apenas uma
única e absoluta conclusão, os mestres instruíam os discípulos pelo caminho do
pensamento só até um determinado ponto. Daí adiante incentivava-os à autonomia
de raciocínio, para que fossem experimentados na arte da investigação,
suspeitas e conclusões, a partir da problematização proposta. Assim, eram
estimulados a discordar e a criticar as conclusões de seus mestres, trazendo
novas perspectivas, concepções e possibilidades, contribuindo sempre para
compreensões mais assertivas, aceitáveis e satisfatórias.
Ora,
no mundo das ideias[3],
o lugar no tempo não limita e muito menos impede o debate entre os pensadores
de diferentes momentos da história universal. Quer contrariando, quer
corroborando, pensadores se sucedem na tarefa de trazer às suas ágoras[4]
contemporâneas, questões que serão discutidas livremente por diversos
filósofos, quer estejam ou apenas se façam presentes por intermédio de suas
obras, registros ou tradição oral que lhes sejam atribuídas. Temos assim uma
verdadeira academia do pensamento[5],
onde a sociedade pode se aconselhar com as contribuições acumuladas desde eras
remotas, mas que nem por isso inadequadas ou caducas pelo tempo.
Os
conselhos a que me refiro são contrapostos, criticados, discutidos e
comentados. Quer aceitos na íntegra ou em partes, ou mesmo rejeitados por
completo, todos inexoravelmente servirão de parâmetros que orientarão o
pensamento humano pela história, em suas demandas por conhecimento e
direcionamento existencial. A cada fase da história, novos membros se juntarão
a essa academia do pensamento, enriquecendo todo e qualquer debate e
contribuindo para visões cada vez mais adequadas à contemporaneidade do debate
mais recente.
Não
obstante a costumeira demonização da atividade pensante no que se refere à
investigação das razões de nossa fé, penso mesmo que na multidão dos conselhos habita a sabedoria. Ou seja, quanto mais
rodeado de conselhos, quanto mais enriquecido pela atividade do pensamento
humano, quer para confirmá-lo, quer para rejeitá-lo, tanto mais consistentes
será minha argumentação e conclusão, uma vez que fruto de conclusão robusta,
não oriunda de uma mímica conveniente e oportuna qualquer, mas nascida de
atividade responsável e diligente; a renovação do nosso entendimento, para
entendermos a boa, agradável e perfeita
vontade de Deus[6].
A
essa altura, muitos já devem ter torcido o nariz. Mas haverá até quem rasgue as
próprias vestes. Porque o questionamento, bem como a confrontação de ideias e
visões de mundo, são, em tese, os melhores e mais bem-sucedidos métodos de
aprofundamento do conhecimento, qualquer que seja a disciplina ou ciência na
qual esteja inserido. Inclusive na teologia. Ou não foi assim que avançou a
revelação de Deus ao longo da história da humanidade, mais particularmente na
história de Israel?
O
questionamento das tradições judaicas, bem como a confrontação dos costumes
religiosos de escribas e fariseus, estão espalhados por todo o relato dos Evangelhos.
As ideias convenientemente elaboradas e firmadas sobre o que era religiosidade da
época, davam àquela elite religiosa uma confortável condição de destaque,
concedendo prestígio e acumulando-lhes vantagens oportunas. Mas Jesus lhes
questionava a pertinência dos hábitos e a natureza das intenções. Ele
confrontava repetidamente tanto a superficialidade de seus ritos, quanto a realidade
maliciosa de suas pretensões. Não foi sem motivo que esses profissionais da religião e aproveitadores da boa fé do povo, foram
chamados, sem hesitação, de hipócritas[7]
e de sepulcros caiados[8],
dado o fingimento com que se apresentavam como piedosos e probos religiosos.
Paulo
não agiu muito diferente do Senhor. Toda sua teologia, em flagrante construção
ao longo de suas viagens e traduzidas em suas cartas, é fruto do questionamento
e da confrontação. O embate colocava frente a frente tudo o que até então se
acreditava, e aquilo que se revelava verdadeiro diante de seus sentidos, à
medida que sua experiência de vida regenerada lhe promovia novas percepções
sobre a relação de Deus com a humanidade, em Cristo e pelo Espírito.
Confrontando ideias e questionando a si mesmo, aquele zeloso judeu que
consentiu na morte de Estevão por alegada blasfêmia, e empreendeu viagem para
prender e julgar os seguidores de Jesus, tornou-se o principal expoente de
pregação da salvação, sendo o principal evangelizador entre os gentios, povo de
extenso sincretismo e ideias sobre o divino.
Ora,
é preciso sair do casulo. Abrir os olhos. Tomar conselho com a vida e suas
potencialidades. Rasgar as receitas de existências pré-moldadas e se lançar às
experiências enriquecedoras que a relação com Deus e com as pessoas que nos
cercam são capazes de produzir. Precisamos correr o risco do inédito. Prestar
um culto racional pela transformação da nossa mente. Sim, é na mente que são
produzidas as ideias. É na mente que se armazena o entendimento. Se é verdade
que não cremos por entendemos, é por entendermos que sustentamos e enriquecemos
nossa relação com Deus e somos renovados em nossas inclinações e conduta.
“Um homem sábio é poderoso, e quem possui entendimento potencializa sua força;"
Provérbios 24:5 - KJA
Portanto,
reitero o convite. Leia, ouça, assista, debata, pergunte e questione. Leia
incessantemente sua Bíblia e abra espaço para outras literaturas. Ouça louvores
e adore a Deus com inteireza de coração, mas não deixe de ouvir poesia e cantar
a vida em verso e prosa. Assista na TV seus programas prediletos e não perca a
oportunidade de analisá-los, comentá-los e fazer juízo deles; a ficção ajuda a
debater o mundo real.
O
que entende e conhece, ensine; o que não compreende, questione. Se ainda não
sabe, pergunte. Se não ouviu, peça pra repetir. Examinai tudo[9],
diria Paulo, e tudo é tudo. Retenhamos o que é bom. Mas como reter se não
examinar? Mente vazia, diria minha avó, é oficina... dele. Você sabe quem.
[1]
Um adágio é um provérbio, uma
expressão curta que transmite um conselho ou uma lição moral de forma concisa e
memorável. Geralmente, os adágios são baseados na sabedoria popular e são
transmitidos oralmente de geração em geração. Eles são frequentemente usados
para expressar verdades universais sobre a vida, comportamento humano, ética,
entre outros temas.
[2]
Provérbios 11:14
[3]
O "mundo das ideias" é um conceito filosófico atribuído a Platão, um
dos mais influentes filósofos da Antiga Grécia. Segundo Platão, o mundo das
ideias, ou mundo das formas, é um reino transcendental e eterno, onde residem
as formas perfeitas e imutáveis de todas as coisas que percebemos no mundo
sensível.
No mundo das ideias, as
coisas não são percebidas pelos sentidos ou pela experiência sensorial, mas são
compreendidas pela mente racional. Para Platão, as coisas no mundo sensível são
apenas cópias imperfeitas das formas ideais que existem no mundo das ideias.
Por exemplo, um objeto físico como uma mesa no mundo sensível é uma cópia
imperfeita da forma ideal de "mesa" que existe no mundo das ideias.
Platão acreditava que o
conhecimento verdadeiro só poderia ser alcançado por meio da contemplação das
formas ideais, através do intelecto, e não pela observação empírica do mundo
físico. Essa distinção entre o mundo das ideias e o mundo sensível é
fundamental na filosofia platônica e teve um grande impacto no desenvolvimento
da filosofia ocidental.
[4]
Uma "ágora" era uma praça pública na Grécia Antiga, frequentemente
localizada no centro das cidades, onde os cidadãos se reuniam para realizar
atividades políticas, comerciais, sociais e culturais. Era um espaço fundamental
na vida das cidades-estado gregas, como Atenas.
Na ágora, os cidadãos
discutiam assuntos políticos, participavam de assembleias, votavam em questões
importantes, faziam negócios, assistiam a apresentações teatrais e participavam
de eventos religiosos. Era o centro da vida pública e da democracia direta
grega, onde os cidadãos podiam expressar suas opiniões e influenciar as
decisões da cidade.
O termo "ágora"
também é usado metaforicamente para se referir a qualquer espaço de encontro
público ou debate, onde as pessoas se reúnem para discutir questões importantes
ou participar de atividades comunitárias.
[5]
Uma "academia do pensamento" é uma expressão que geralmente se refere
a um ambiente intelectual onde ocorrem debates, discussões e reflexões sobre
uma variedade de temas, muitas vezes de natureza filosófica, científica,
cultural ou política.
Essas "academias"
podem assumir diferentes formas e contextos. Em um sentido mais amplo, uma
academia do pensamento pode ser uma universidade, instituto de pesquisa, centro
de estudos, ou até mesmo um grupo informal de pessoas que se reúnem para
discutir ideias.
[6]
Romanos 12:2
[7]
Jesus chama os fariseus de hipócritas em várias passagens nos Evangelhos. Aqui
estão algumas referências:
1.
Mateus 23:13: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Porque fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós
entrais nem deixais entrar aos que estão entrando."
2.
Mateus 23:14: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de
prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo."
3.
Mateus 23:15: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Pois que percorreis o mar e a terra para fazer um
prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes
mais do que vós."
4.
Mateus 23:23: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho,
e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a
misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir
aquelas."
5.
Mateus 23:25: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o
interior está cheio de rapina e de iniqüidade."
6.
Mateus 23:27-28: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por
fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de
mortos e de toda a imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos
aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade."
[8]
Mateus 23:27-28
[9]
1 Tessalonicenses 5:21
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Cadeira de Pensar - Uma introdução
Revisado
e ampliado em 11/04/2024
Anselmo de Cantuária[1]; 1033 - 1109
Filosofia e Cosmovisão Cristã -
Moreland & Graig - Edições Vida Nova;
Prefácio à edição brasileira
A
cadeira de casa, para ser bem sincero, frequentei pouquíssimos. Em compensação,
a da escola foi uma grande companheira nos primeiros anos da trajetória
escolar. Foi lugar quase cativo para quem, embora não cometesse qualquer
indisciplina grave, não parava de falar durante a aula, atrapalhando
professores e colegas de turma. Essas aventuras duraram até o final da então
quarta série primária, quando nos despedimos da querida tia Terezinha.
Saudades.
Mesmo
que, desde então, nunca mais a tenha frequentado, e ainda que a maturidade me
tenha silenciado um pouco, só um pouco, a verdade é que a cadeira do
pensamento, antes um castigo, tornou-se uma agradável pausa para organizar as
ideias.
É
claro que, como qualquer ser humano, tenho pensamentos espalhados e abandonados
pelos corredores da mente. Mas há também os que latejam na ilusão de serem
organizados em algum momento. Um dia, quem sabe? Desafio que se impõe.
Por
isso estar na cadeira do pensamento tornou-se um hábito que me proporciona
rever atitudes, reformular expressões, pesar decisões, avaliar crenças,
analisar sonhos e medir pretensões. Com o tempo, houvesse ou não lugar onde
sentar, o processo de voltar a fita incorporou-se uma agradável e necessária
rotina; pensar naquilo que penso a todo instante.
Aceito
se alguém disser que pensar no que se pensa equivale a ruminar. Tudo bem,
porque é exatamente esse o princípio; ruminação. Se não me engano, vacas,
girafas e outras espécies realizam esse movimento em seus processos digestivos.
Me perdoem os que se incomodaram com a simplicidade da comparação.
A
verdade é que, pensar no que se pensa nada mais é do que ruminar conceitos,
mastigar muitas vezes um pensamento até que seja totalmente digerido. É trazer
à elucubração toda e qualquer ideia que, para ser plenamente compreendida,
necessite de melhor e mais profunda investigação. É retornar à mente afirmações
que ainda não fizeram sentido, ou questionamentos ainda não respondidos
satisfatoriamente.
Se
quisermos brincar com fogo ou mexermos em casa de marimbondo, podemos
aprofundar a questão, dizendo, a grosso modo, que pensar no que pensamos é o
ato primordial do exercício filosófico. Ou seja, o filósofo é aquele que se
dispõe a pensar naquilo que pensa, ou que pensam, buscando entender por que se
pensa isso em vez daquilo outro, ou porque se pensa em lugar de não se pensar
em nada. O filósofo se dedica a investigar e tentar explicar as grandes
questões da humanidade, pensando profundamente em tudo que popularmente se
pensa superficialmente.
O
exercício filosófico, portanto, a despeito do que se dissemina em diferentes
círculos cristãos, representa a possibilidade de orientar a racionalidade
daquilo em que se acredita, não apagando de jeito algum a fé, mas apontando
para sua motivação e sustento. Tal exercício amplia a compreensão da revelação de
Deus e de sua relação com a humanidade, em contextos e cenários suplementares,
reforçando o entendimento de suas manifestações e de sua condução da história.
O
pensamento, portanto, como instrumento que nos auxilia a compreender tudo
aquilo em que cremos, é extremamente útil e necessário na construção de uma
devoção ainda mais consistente, ampliando, inclusive, o grau de percepção da
vontade de Deus e de sua providência ao longo da existência humana. Logo, a
filosofia, tanto no seu exercício investigativo quanto no âmbito laboral de
suas disciplinas, é de fundamental importância à saúde e vitalidade de uma vida
cristã bem robusta e piedosamente consistente.
“... a nossa
adoração a Deus é mais profunda precisamente em razão de, e não apesar de,
nossos estudos filosóficos... A fé cristã não é uma fé apática, cerebralmente
morta, mas uma fé viva e inquiridora. Como Anselmo propôs, nossa é a fé que
busca compreensão."
Filosofia e Cosmovisão Cristã - Moreland & Graig - Edições Vida Nova
É
necessário, portanto, abandonarmos o hábito recorrente de demonizar o
pensamento e a filosofia. Precisamos deixar de considerar o raciocínio um
perigo, ou um inimigo mortal para a fé. Muito pelo contrário. A fé se fortalece
à medida da descoberta continuada e crescente do amor de Deus e de sua
multiforme graça, manifestada em sua providência que opera invariavelmente em
toda a humanidade.
Precisamos
de uma visão holística e uma conexão eficaz com o mundo real, que influenciem positivamente
a sociedade[5].
Efetivamente sermos luz e não sinônimo de obscuridade. Sermos sal, e não distribuidores
de placebos. E isso, não com acusações, mas com exemplos contundentes de
sabedoria[6]
e amor.
È
hora de trocarmos as críticas por testemunhos consistentes. As frases feitas por argumentos consistentes,
que levem ouvintes e circunstantes à compreensão do amor de Deus manifestado em
Cristo Jesus, nosso Senhor. Afinal, acreditar não me emburrece, assim como pensar não me faz herege.
[1]
Anselmo de Cantuária foi um teólogo, filósofo e arcebispo do século XI,
conhecido por suas contribuições para a teologia cristã e sua defesa do
conceito de expiação substitutiva. Ele é famoso por seu argumento ontológico
para a existência de Deus, além de sua obra "Cur Deus Homo" (Por que
Deus se fez homem), na qual explora o significado da encarnação de Cristo e a
redenção humana. Anselmo foi uma figura importante no desenvolvimento da teologia
medieval e exerceu grande influência sobre o pensamento cristão subsequente.
[2]
Eduardo Prado de Mendonça foi um escritor, político, historiador e diplomata
brasileiro do final do século XIX e início do século XX. Ele é conhecido por
suas obras sobre a história do Brasil, incluindo "A Ilusão Americana"
e "Os Americanos", nas quais analisou a influência dos Estados Unidos
na política e na cultura brasileira. Prado de Mendonça também ocupou cargos
diplomáticos importantes e foi membro da Academia Brasileira de Letras. Sua
obra teve impacto significativo no debate intelectual e político do Brasil
durante sua época.
[3]
Joaquim Cardoso de Oliveira foi um médico, político, escritor, filósofo e
teólogo brasileiro do século XIX. Como médico, contribuiu para o avanço da
medicina no Brasil. Na política, desempenhou papéis significativos, incluindo
sua atuação como deputado e senador. Como escritor, produziu obras que
refletiam sobre questões sociais e políticas do Brasil. Além disso, foi um
teólogo que refletiu sobre temas religiosos e espirituais, contribuindo para o
pensamento teológico brasileiro de sua época. Sua atuação multifacetada o
tornou uma figura influente em diversas áreas do conhecimento e da sociedade
brasileira.
[4]
A assim chamada "cadeira do pensamento" era uma prática disciplinar
comum em algumas escolas brasileiras. Era um lugar designado na sala de aula
onde os alunos que cometiam infrações menores ou perturbavam a aula eram
temporariamente isolados como forma de punição. O aluno sentava-se nessa
cadeira como um símbolo de reflexão sobre seu comportamento inadequado. Era uma
forma de disciplina utilizada pelos professores para manter a ordem na sala de
aula e ensinar aos alunos sobre responsabilidade e consequências de suas ações.
[5]
1 Pedro 3:15
[6]
Provérbios 4:7



